Concordo com a citação acima, porque quando a criança passa pelos primeiros processos de socialização, tornando-se um sujeito social, ele vai assimilando e internalizando valores, moral do grupo como se fossem naturais, parte dele. Então, não há o que questionar. No momento em que ele começar a entrar em contato com outros grupos, alguns diferentes dos dele é que o questionamento começa a existir. Ninguém questiona o igual, é o diferente que chama o grupo a uma reflexão, e, neste momento, conforme fora o processo de socialização, ele poderá questionar os valores aprendidos, modificando-os ou reafirmá-los. Nenhuma mudança acontece do nada, é necessário que haja uma necessidade, e esta é sempre interna!
Concordo com a citação acima, porque quando a criança passa pelos primeiros processos de socialização, tornando-se um sujeito social, ele vai assimilando e internalizando valores, moral do grupo como se fossem naturais, parte dele. Então, não há o que questionar. No momento em que ele começar a entrar em contato com outros grupos, alguns diferentes dos dele é que o questionamento começa a existir. Ninguém questiona o igual, é o diferente que chama o grupo a uma reflexão, e, neste momento, conforme fora o processo de socialização, ele poderá questionar os valores aprendidos, modificando-os ou reafirmá-los. Nenhuma mudança acontece do nada, é necessário que haja uma necessidade, e esta é sempre interna!
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